Prédio da Regional Pampulha é assaltado durante a madrugada 0

Incluido em março 09, 2010 by admin

Três homens invadiram o patrimônio público e renderam cinco funcionários para roubar um caixa eletrônico

Izabela Ventura – Repórter

CRISTIANO COUTO

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Assaltantes quebraram o caixa eletrônico e fizeram reféns
Funcionários da Regional Pampulha passaram momentos de terror nas mãos de assaltantes no fim da noite de domingo (7). O prédio assaltado fica na Avenida Presidente Antônio Carlos, 7596, no Bairro São Luiz.

Segundo a Polícia Militar, três homens, um deles armado, invadiram o local no momento da troca de turno dos seguranças. Eles prenderam os cinco funcionários em um das salas e arrombaram um caixa eletrônico com um maçarico.

A quantia roubada ainda não foi mensurada. Os suspeitos levaram ainda celulares, dinheiro e objetos pessoais dos funcionários. Ninguém foi preso.

Fonte: Portal Hoje em Dia

Frota de moto dispara na Grande BH 0

Incluido em março 09, 2010 by admin

Paulo Henrique Lobato – Estado de Minas

Total de motos, que hoje corresponde a 16% dos veículos na região metropolitana, vai ultrapasssar o de carros em menos de duas décadas

20100309072106680155o A quantidade de motos emplacadas na Região Metropolitana de Belo Horizonte cresce num ritmo tão acelerado que, em no máximo 17 anos, a frota de duas rodas deve igualar a de automóveis. A previsão foi feita pelo engenheiro Paulo Rogério Monteiro, da Agência de Desenvolvimento da Região Metropolitana de Belo Horizonte, com base na média anual dos veículos vendidos nos últimos três anos. “Em 2027, haverá 6,7 milhões de carros e igual número de motos na Grande BH. Na capital, em 2034, serão 7,7 milhões de carros e a mesma quantidade de motosâ€, estima.

O alerta é importante pois, segundo dados da Fundação Hospitalar de Minas Gerais (Fhemig), dos 13.124 acidentados que deram entrada no Hospital de Pronto-Socorro (HPS) João XXIII em 2009, 3.052 eram ocupantes de carros, enquanto 6.680 estavam no comando ou na garupa de uma moto. Como a Grande BH tem muito menos motocicletas do que carros, é possível concluir que o trânsito sobre duas rodas faz muito mais vítimas.

Dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) mostram que o total de carros na região metropolitana corresponde a 68% da frota, enquanto o de motos representa 16%. “Mas a quantidade de motocicletas cresce ao ano 15,8%, enquanto a de carros sobe 7,4%. A previsão de que o número de motos e carros será o mesmo em 17 anos ainda é uma estimativa conservadoraâ€, ressalta o engenheiro, que considerou a média do crescimento anual da frota entre 2006 e 2009.

Fonte: Portal UAI

Mulheres já compram 42% dos novos carros no Brasil 0

Incluido em março 09, 2010 by admin

Na última década, foram desenvolvidos vários itens dirigidos a esse público, como tecidos de bancos que não desfiam roupas, maçanetas que protegem as unhas e porta-objetos

Agencia Estado

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Elas compraram quase a metade dos 3 milhões de automóveis vendidos no País no ano passado, movimento que acompanha as mudanças sociais ocorridas nos últimos anos, com mais mulheres chefes de família, em cargos profissionais importantes e poder aquisitivo mais elevado. Em uma década, a participação do público feminino nas compras diretas de carros saltou de 25% para 42%, segundo cálculo das montadoras.

Além disso, elas influenciam em metade das aquisições feitas pelos homens. Com tanto poder de fogo, as mulheres recebem atenção especial das fabricantes. Na última década, foram desenvolvidos vários itens dirigidos a esse público, como tecidos de bancos que não desfiam roupas, maçanetas que protegem as unhas e porta-objetos.

Pesquisa feita ao longo dos últimos três anos, que acaba de ser concluída pela Renault do Brasil, mostra que a preferência das mulheres está cada vez mais próxima da dos homens no que se refere ao automóvel. “Apesar de algumas necessidades específicas, os critérios de compra estão muito próximos aos do homem”, afirma Maristela Castanho, diretora de produto da empresa. Foram ouvidas cerca de 7 mil pessoas em vários Estados.

Nos critérios de compra, 43% das mulheres apontam o preço como o mais importante, resposta escolhida por 38% dos homens. Conforto vem na sequência para 32% do público feminino e 28% do masculino. Consumo e estilo externo estão quase empatados, com cerca de 28% e 27% das preferências, respectivamente. Já o espaço interno é mais valorizado pelas mulheres, enquanto valor de revenda e robustez têm mais pontos entre os homens.

Fonte: Portal Hoje em Dia

Como chegar a Cidade Administrativa via transporte público 0

Incluido em março 09, 2010 by admin

A integração dos modos de transporte coletivo por ônibus, metrô e fretamento foi apontada como o sistema mais adequado para atender à demanda de deslocamento para a nova sede do governo mineiro.

METRÔ

Embarque em qualquer estação do Metrô até as Estações Vilarinho ou São Gabriel, onde se encontram as opções de integração com linhas de ônibus e fretado. Bilhete ao preço de R$1,80. A integração metrô-ônibus, com cartão BHBus, totaliza R$3,20.

ÔNIBUS

Embarque na estação do Barreiro, em pontos específicos da Ãrea Central ou nos corredores Carlos Luz, Antônio Carlos e Cristiano Machado. A tarifa mínima é de R$ 2,30 e a máxima é de R$3,13, dependendo da integração utilizada na estação Vilarinho.

CARONA

Os servidores estaduais têm à sua disposição um sistema exclusivo e seguro de incentivo à carona para deslocamento até a nova sede do governo, através do site Projeto MelhorAR.

CARTÃO BHBUS

O usuário poderá comprar créditos ou recarregar o cartão nos postos Transfácil, nas estações BHBus e do Metrô. O atendimento do Transfácil pode ser feito pelo telefone 3248-7300.

FRETADO

Também poderá ser usado transporte fretado gratuito para servidores e prestadores de serviço entre a Estação Vilarinho e a Cidade Administrativa. Horário de funcionamento: de segunda a sexta-feira, entre 07h00 e 19h00.

4450209 Fonte: BH Trans

Ferrari é encontrada batida e sem o motorista em Nova Lima 0

Incluido em março 08, 2010 by admin

FERNANDA PENNA

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A polícia ainda não tem pistas do motorista de uma Ferrari com placa de Santa Catarina que se envolveu em um acidente na madrugada desta segunda-feira (8) no viaduto da estrada de acesso a São Sebastião das Ãguas Claras, em Macacos, distrito de Nova Lima, na Grande BH. Testemunhas informaram à polícia que o motorista foi socorrido e levado para um hospital particular, mas ele ainda não foi encontrado.

Segundo a Polícia Militar Rodoviária, o veículo, que estava com a documentação irregular desde 2007, ficou com a frente bastante destruída. Os policiais rodoviários afirmaram ainda que o carro está em nome de uma empresa e avaliado em R$ 1 milhão. O veículo foi levado para o pátio do Detran em Nova Lima.

Fonte: Portal O Tempo

Mulheres são apenas 5% entre presidentes de companhias, diz pesquisa 0

Incluido em março 08, 2010 by admin

Em 11 dos países pesquisados (Bélgica, Canadá, Estados Unidos, França, Grã-Bretanha, Grécia, Ãndia, México, Holanda, República Tcheca e Suíça) nenhuma das empresas que responderam à pesquisa são chefiadas por mulheres. Os Estados Unidos, por outro lado, aparecem como o país com o maior índice de mulheres empregadas nessas empresas em todos os níveis (52%), seguidos por Espanha (48%), Canadá (46%) e Finlândia (44%).

Na outra ponta, entre os países com o menor índice de mulheres empregadas nas grandes empresas estão Ãndia (23%), Japão (24%), Turquia (26%) e Ãustria (29%). O Brasil aparece em uma posição intermediária, com 35% de mulheres empregadas nas grandes empresas.

Importância

A pesquisa ouviu 600 responsáveis pelos setores de recursos humanos em grandes empresas de 20 países. O alvo inicial da pesquisa eram os 30 países membros da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) mais Brasil, China, Ãndia e Rússia.

Foram enviados questionários para as cem maiores empresas de cada país, em 16 áreas de atuação diferentes. Na compilação dos dados, foram considerados apenas os países com um número de questionários respondidos superior a 20, com exceção de Canadá, Estados Unidos e Grã-Bretanha, que tiveram entre 15 e 20 respostas, mas foram incluídos por sua importância econômica.

Segundo os responsáveis pela pesquisa, os dados mostram que as grandes companhias do mundo não estão sendo capazes de aproveitar ao máximo os talentos de sua força de trabalho do sexo feminino.

Dificuldades

De acordo com o relatório Corporate Gender Gap (Diferença de Gênero Corporativo), as mulheres ainda estão tendo dificuldades para chegar ao topo na hierarquia das empresas. Para o WEF, as grandes empresas precisam fazer mais para treinar e utilizar seus talentos do sexo feminino.

“Enquanto um certo grupo de companhias na Escandinávia, nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha são de fato líderes na integração das mulheres, a ideia de que muitas corporações se tornaram balanceadas em gênero ou amigáveis às mulheres ainda é um mitoâ€, afirma Saadia Zahidi, uma das co-autoras do relatório.

A maioria das empresas que responderam aos questionários culparam práticas tradicionais, “a cultura corporativa masculina ou patriarcal†e “a falta de modelos†pelo fato de as mulheres terem mais dificuldades para subir na carreira. “As mulheres são a metade da base potencial de talentos em todo o mundo e, por isso, ao longo do tempo, a competitividade do país depende significativamente de ’se’ e como educa e utiliza seus talentos do sexo femininoâ€, afirma o fundador e presidente do WEF, Klaus Schwab.

Setores

O setor de serviços é o que emprega a maior porcentagem de mulheres, segundo a pesquisa. Dentro dessa área, os setores com a maior proporção de mulheres são os de serviços financeiros e seguros (60%), serviços profissionais (56%) e indústria de mídia e entretenimento (42%).

Setores vistos mais tradicionalmente como “masculinos†têm naturalmente a menor proporção de empregadas do sexo feminino, como o setor automotivo (18% de mulheres entre os empregados), de mineração (18%) e agricultura (21%). O relatório também ressaltou a diferença no nível de salários entre os gêneros. Segundo a pesquisa, 72% das empresas não têm nenhuma política para eliminar as diferenças salariais entre homens e mulheres.

Dos países pesquisados, apenas Brasil e México não adotaram políticas de Estado para tentar combater o problema. Esta é a primeira vez que o Fórum Econômico Mundial publica a pesquisa sobre igualdade de gêneros nas corporações. A organização já publica anualmente, desde 2006, um estudo sobre igualdade entre os sexos em todos os níveis da sociedade. Na última pesquisa anual, o Brasil aparecia na 82ª posição em um ranking com 136 países.

Fonte: Portal UAI

Mulheres ocupam menos de 10% dos cargos políticos do país 0

Incluido em março 08, 2010 by admin

A candidatura de duas mulheres à Presidência da República, fato inédito no Brasil, vem tomando corpo na cena política. No entanto, encobre ainda uma realidade de crescente, mas ainda baixa, incidência de mulheres nas instâncias do poder. As pré-candidaturas da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, pelo PT, e da senadora Marina Silva, pelo PV, são consideradas um avanço na luta pela maior participação das mulheres na política brasileira. Entretanto, para as próprias mulheres que fazem parte desse cenário, ainda há um longo caminho a ser percorrido em busca da igualdade com os homens.

A proporção de mulheres na Câmara dos Deputados em relação ao número de homens reflete a maciça predominância masculina. De 513 parlamentares que compõem a Casa, apenas 45 são mulheres. Nenhuma delas ocupa cargo na Mesa Diretora. No Senado, a situação não é diferente. Das 81 vagas, apenas dez são ocupadas por mulheres.

No último dia 3 de março, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que garante a participação de pelo menos uma mulher nas mesas diretoras da Câmara, do Senado e das comissões permanentes chegou à pauta de votação da Câmara. “Ficou lá por apenas meia hora. Em apenas meia hora foi retiradaâ€, reclamou a deputada Luiza Erundina (PSB-SP), ex-prefeita de São Paulo, autora da proposta. “Este é só mais um indicador da dificuldade e resistência dos homens em dividir com as mulheres os espaços de poderâ€, disse a deputada.

Erundina apresentou a proposta, que é uma espécie de cota para mulheres nas instâncias decisórias, com a justificativa de “corrigir a injustiça histórica que existe no Brasil, de exclusão das mulheres dos espaços de poder do Congresso Nacionalâ€.

“Nos 185 anos de existência do Poder Legislativo no Brasil, nenhuma mulher ocupou vaga na Mesa Diretora da Câmara dos Deputados. Na década de 80, havia quatro deputadas como suplentes. Mas, de lá para cá, nem para suplente a gente consegue que as bancadas, cujos líderes são homens, indiquem mulheres para ocupar os espaços que são de direito de seus partidosâ€, critica.

Democracia

Ela argumenta que a maior participação da mulher na política deve ser vista dentro do processo de consolidação democrática. “Não há um real compromisso com a democracia quando 51% da população brasileira, as mulheres, ocupam menos de 10% da representatividade política no país.â€

O curioso é que a argumentação para que a PEC fosse retirada de pauta veio carregada de elogios e discursos sobre a valorização feminina. O deputado Gerson Peres (PP-PA), que se colocou contrário à proposta, alegou que reservar um lugar para a mulher na Constituição “é humilhante para o Brasilâ€. Logo depois, tentou explicar: “A mulher tem direito a dois, três, quatro lugares. Seus partidos é que são obrigados a obedecer à proporcionalidade e colocá-las lá. Isso aí é fazer da Constituição um livro de anotaçãoâ€.

Apesar dos obstáculos, a pesquisadora da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres (SPM) Luana Simões Pinheiro avalia que as possíveis candidaturas femininas ao mais alto cargo eletivo do país são sinal de amadurecimento da sociedade, no entanto, ainda longe do ideal.

Desde que os direitos políticos foram assegurados às mulheres, o número de deputadas e senadoras tem aumentado. Apenas uma deputada federal foi eleita em 1933, após o novo Código Eleitoral. Já em 2006, foram empossadas 46 deputadas. No Senado, foram quatro as senadoras, com a renovação de dois terços das cadeiras da Casa.

Luana Simões alerta, no entanto, que a sociedade ainda limita tanto o espaço feminino na política e na administração pública que, mesmo atuando em funções de destaque, como de titularidade de comissões no Congresso, as mulheres ainda ocupam posições de caráter tradicionalmente feminino.

“Essas mulheres estão concentradas sempre em uma atuação que está relacionada a um papel tradicional, que se espera que a mulher tenha, reproduzindo aquele papel que ela teve dentro de casa, de cuidado com os filhos. Os espaços concedidos a essas mulheres e até mesmo os que elas procuram são relacionados àquilo que se entende como sendo femininoâ€, acredita.

“Espelhoâ€

Para a senadora Serys Slhessarenko (PT-MT), segunda vice-presidente da Mesa Diretora do Senado, a própria natureza feminina, mais propensa a fazer concessões, leva a essa segmentação das funções exercidas por mulheres. Ela acredita, no entanto, que autoridades femininas em cargos importantes e estratégicos dos Três Poderes criam um “espelhoâ€, fundamental para o avanço feminino na política.

“Quando mulheres começam a atuar mais, seja como deputadas, senadoras ou ministras, homens e mulheres começam a perceber que ambos têm a mesma competência, o mesmo compromisso político. Agora, as mulheres estão disputando cargos maiores porque já conseguiram mostrar, em outras instâncias, que têm capacidadeâ€, comemora a senadora.

A senadora Ideli Salvatti (PT-SC), líder do governo no Congresso Nacional, lamenta que ainda haja um descompasso entre os esforços femininos e os espaços conquistados na política, mas destaca que o atual cenário pré-eleitoral é “um bom indicativo da nossa ascensão na luta contra o preconceito e no equilíbrio de gênero nos poderesâ€.

Com o objetivo de ampliar a participação da mulher na política, o governo pretende propor mudanças na legislação eleitoral. Sob a coordenação da SPM, ligada à Presidência da República, uma comissão tripartite, com representantes do Executivo, do Legislativo e da sociedade civil, elaboraram um anteprojeto de Lei de Reforma Eleitoral. Essa proposta não está acabada e ase encontra em fase de consulta pública. As pessoas interessadas em enviar sugestões de mudanças na Lei Eleitoral devem encaminhá-las para o endereço eletrônico anteprojetoreformaeleitoral@spmulheres.gov.br, até o dia 2 de abril.

Fonte: Portal UAI

Protesto volta à Praça da Estação – “A onda não morre na praia” 5

Incluido em março 07, 2010 by admin

Fonte desta matéria:  Portal Hoje em Dia

Clique aqui para ler a matéria na fonte

Manifestantes ocuparam o local contra o decreto que proíbe a realização de eventos de qualquer natureza na Praça da Estação.

Da Redação

Mais um sábado (6) de protesto na Praça da Estação com o slogan “A onda não morre na praia”. Pouco mais de 30 manifestantes ocuparam o local durante todo o sábado (6) contra o decreto 13.798/09, editado pelo prefeito de Belo Horizonte, Marcio Lacerda, que proíbe a “realização de eventos de qualquer natureza na Praça da Estação, nesta capitalâ€.

Bem-humorados, os manifestantes tomaram banho nas fontes, fizeram piquenique e participaram de diversas atividades recreativas, como oficinas, performances, mostras de vídeos, debates e discussões. A guarda municipal acompanhou a manifestação.

Fonte: Portal Hoje em Dia

Aquário rouba a cena no primeiro dia de Zoológico 0

Incluido em março 07, 2010 by admin

Alguns visitantes do Zoológico surpreenderam-se com o aquário, que se tornou a grande atração deste sábado (6); peixes do São Francisco atraem adultos e crianças

Clarissa Carvalhaes – Repórter

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Novo aquário se tornou a grande atração do sábado (6) no Zoológico

O Aquário da Prefeitura – Bacia do Rio São Francisco foi a grande atração durante todo sábado (6) no Jardim Zoológico de Belo Horizonte. De surubim a dourado, são mais de 1.200 peixes de 50 espécies que podem ser conhecidos e vistos bem de perto pelos que visitarem o local, que funciona de terça-feira a domingo, incluindo feriados.

O presidente da Fundação Zoo-Botânica, Evandro Xavier, destaca que o local deve ser visto como um santuário, que preza pela proteção e conservação da biodiversidade do Velho Chico.

Exatamente por isso, uma das maiores preocupações da equipe que trabalha dentro do aquário é conscientizar os visitantes a não colocarem as mãos nos vidros e não fotografarem utilizando flash. “Isso assusta o animal e também suja o ambiente. Queremos apenas que os visitantes respeitem as regras do aquárioâ€, afirma. O bem-estar dos peixes, segundo ele, também recebe muita atenção da Fundação Zoo-Botânica. “São um milhão de litros d’ água filtrados a cada duas horas, mas isso é apenas um dos vários cuidadosâ€.

Para Xavier, ter o maior aquário de água doce do Brasil no Zoológico da capital permite que grande parte das pessoas, que só conhecem os peixes encontrados nas prateleiras dos supermercados, tenham a oportunidade de vê-los bem de perto. “A reação de crianças e adultos é a mesma. É um grande encantamento e curiosidade por cada uma das espécies que trouxemos para cá. Foram mais de três anos de trabalho que foi recompensadoâ€.

Para as meninas Isabela e Catarina, de 5 e 6 anos de idade, respectivamente, os peixes se transformaram na maior atração do zoológico. “Elas não querem saber de outra coisa. Estão apaixonadas pelo aquário, até pararam de falar no leãoâ€, disse a mãe, a professora Natália Guerra.

Os pais do pequeno Artur e da esperta Ianka, Alaércio e Ana Paula Nunes da Silva, também não resistiram e foram até o aquário dar uma conferida na novidade. “Ficamos impressionados. Não imaginávamos encontrar um lugar tão bonito. É uma excelente oportunidade para quem quer conhecer um pouco mais sobre a biodiversidade dos nossos rios. Não é fácil ir até o São Francisco, mas para chegar até o aquário não tem erroâ€, garantiu Alaércio.

Os estudantes André Pitanga e Rafael Pacheco, ambos de 19 anos, também espiavam, na tarde deste sábado (6), os 22 tanques do aquário. “Só viemos dar uma volta e fomos surpreendidos com um excelente passeio. O único problema é que o peixe que eu pesquei no São Francisco no ano passado é bem maior do que esse aquiâ€, brincou Rafael, apontando para o nada pequeno surubim.

Para quem quiser visitar o aquário, vale o aviso: crianças até sete anos e idosos com mais de 60 anos não pagam. Aos demais visitantes é cobrado um ingresso no valor de R$ 5, além dos R$ 2 cobrados pela entrada no Zoológico.

Fonte:  Portal Hoje em Dia

Belo Horizonte ganha o maior aquário de água doce do Brasil 1

Incluido em março 06, 2010 by admin

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Belo Horizonte ganhou na sexta-feira, dia 5, o maior aquário de água doce do Brasil. A Prefeitura, por meio da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte (FZB-BH), inaugurou o Aquário da Prefeitura – Bacia do Rio São Francisco. O aquário tem aproximadamente 3 mil metros quadrados e é o primeiro a retratar exclusivamente a vida na Bacia do São Francisco. A obra, que custou cerca de R$ 5,5 milhões, passa a ser mais uma grande atração da capital mineira, oferecendo estudos sobre biologia, criação e manutenção de peixes em cativeiro. O aquário fica no Jardim Zoológico (avenida Otacílio Negrão de Lima, 8.000, Pampulha).

O prefeito Marcio Lacerda e sua mulher, Regina Lacerda, o vice-prefeito Roberto Carvalho, o presidente da FZB-BH, Evandro Xavier, o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Roberto Messias, o secretário de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável, José Carlos Carvalho, o ex-prefeito de Belo Horizonte, Fernando Pimentel, o prefeito de Pirapora, Warmillon Braga, secretários municipais e outras autoridades participaram da solenidade de inauguração.

Marcio destacou que a inauguração do aquário é especial para a cidade, que ganha mais um espaço para lazer, entretenimento e principalmente, para a difusão do conhecimento e defesa da preservação ambiental. “A inauguração deste aquário tem vários significados importantes e o principal deles é a oportunidade das pessoas verem de perto a fauna do rio São Francisco em um contexto sócio ambiental que vai ajudar a aumentar a consciência ecológicaâ€, disse. Para o prefeito, o aquário também será uma referência turística na cidade. “É um privilégio ter uma atração como esta, que vai encantar turistas de todo o país e servirá também como referência de pesquisa e educação ambientalâ€, afirmou.

Segundo Evandro Xavier, a inauguração é importante especialmente pelo fato de o aquário representar uma parte do rio São Francisco a ser protegido e conhecido. “A concretização deste projeto é a realização de um sonho que somente foi possível graças ao empenho de muitas pessoas. Assim como esta obra uniu municípios, governos, organizações não governamentais e representantes do terceiro setor, o nosso desejo é que, com o aquário, possamos conseguir unir e integrar ações que busquem conservar e revitalizar o rioâ€, salientou.

Ao visitar o aquário, o público terá a oportunidade de conhecer diferentes espécies de peixes e obter informações sobre o “Velho Chicoâ€. Entre os destaques da ictiofauna (conjunto de peixes de uma região ou ambiente) do rio São Francisco que poderão ser conhecidos e apreciados no novo espaço estão surubins, dourados, curimatãs, matrinxãs e vários outros.

Admiração

A funcionária pública Fátima Lopes elogiou todo o espaço. “É um presente ver a natureza unida à inteligência do homem ao criar esse aquário. A paisagem e a cenografia são lindas e aconselho que todos venham conhecer este novo local de lazerâ€, ressaltou. O estudante Frederico Azevedo se encantou com a novidade. “Eu não tinha nenhuma ideia de quais eram as espécies de peixe do rio São Francisco e, por isso, achei muito interessante poder vê-las de pertoâ€, afirmou.

Resultado de uma parceria entre a Prefeitura e o Ministério do Meio Ambiente, as obras do aquário começaram em 2006, com a meta de promover a conservação da vida aquática do Velho Chico por meio de exibições dos ecossistemas e de sua interpretação, educação e pesquisa. Ao longo dos últimos três anos, outros parceiros adotaram esta ideia, como Cemig, Codevasf, Copasa, Epamig, Instituto Estadual de Florestas (IEF), Sesc, Prefeitura Municipal de Pirapora, Sociedade dos Amigos da Fundação Zoo-Botânica e Instituto Terra Brasilis.

O aquário em detalhes

• 1.200 peixes de 50 espécies
• 22 tanques nos dois pavimentos com 1 milhão de litros de água.
• Espécies como pirambeba, piau-três-pintas, mandi prata, cascudo e surubim.
• Aquário São Francisco, com capacidade para 450 mil litros de água, representando um “braço” do Velho Chico, com uma cenografia que apresenta tanto a margem quanto o fundo do rio.
• Auditório, espaços de exposição lúdicos, jardins, laboratório, lagoa marginal, lanchonete e lojinha.

Fauna da Bacia do Rio São Francisco no Zoológico

O Aquário da Prefeitura – Bacia do Rio São Francisco já está aberto à visitação pública e apresenta aos visitantes cerca de 1.200 peixes de 40 espécies, distribuídos em 22 “recintos†ou aquários.

Além de ser um espaço para a realização de estudos e pesquisas, o Aquário da Prefeitura configura-se como local para conhecimento de aspectos socioambientais e culturais das populações que ocupam as margens do Rio São Francisco. Desse modo, apresenta objetos característicos dessas comunidades, como carrancas, redes de pesca, âncora, canoas, peças de cerâmica, esculturas, uma réplica, em tamanho reduzido, do barco a vapor Benjamim Guimarães, entre outros. O auditório, com capacidade para cerca de 100 pessoas, é equipado com moderna aparelhagem audiovisual (telão, data show e som) que possibilita a apresentação de documentários sobre a Bacia do Rio São Francisco e a organização de eventos temáticos.

O Serviço de Educação Ambiental da Fundação Zoo-Botânica será responsável por desenvolver e aplicar estratégias educativas junto ao público visitante, para que todos possam ser conscientizados a respeito da utilização da água e na preservação de uma das principais bacias hidrográficas brasileiras. Placas e painéis informativos servirão de subsídio para programas e ações científico-educativas. Dessa forma, o público poderá conhecer e compreender e também participar de ações em defesa dos ecossistemas aquáticos.

Biodiversidade

Entre as espécies de peixes em exposição nos 22 recintos do Aquário da Prefeitura estão a pirambeba, o piau-três-pintas, o piau verdadeiro, o piau branco, o mandi prata, o mandi amarelo, a manjuba, a piaba rapadura, a piaba-do-rabo-vermelho, a piaba-do-rabo-amarelo, o cascudo, o surubim, o dourado e o matrinxã.

Para receber os peixes, foi realizada uma sofisticada ambientação com pedras, areia e cascalho, pedaços de madeira curtidos, além de plantas aquáticas. No Aquário São Francisco (Tanque Maior), a cenografia contou com peças moldadas em resina e em fibra de vidro, e pintadas com tinta especial. Assim, os visitantes têm a impressão de ver a estrutura de níveis que compõem um leito de rio, inclusive com sua gradação de cores e texturas. Segundo o biólogo Thiago da Motta Carvalho, os elementos de composição dos tanques foram distribuídos conforme a necessidade de cada espécie. “Em alguns há plantas e em outros não. Tudo depende da biologia do peixe, por exemplo, se vai ou não comer plantas, ou ainda da profundidade e luminosidade do aquárioâ€, ressalta.

Curiosidades da Bacia do Rio São Francisco

Descoberto em 4 de outubro de 1501 pelo navegador europeu Américo Vespúcio, o rio São Francisco nasce no Parque Nacional da Serra da Canastra. Sua bacia drena seis estados brasileiros: Minas Gerais, Goiás, Bahia, Pernambuco, Sergipe e Alagoas, além do Distrito Federal. Em seu curso, o São Francisco percorre três biomas: Cerrado, Caatinga e Mata Atlântica. Seus maiores afluentes são os rios Paraopeba, das Velhas, Paracatu, Urucuia, Corrente e Grande.

O “Velho Chico†possui a 3ª bacia hidrográfica do Brasil e a 1ª contida inteiramente em território brasileiro. Sua extensão é de 2,7 mil quilômetros e, em Minas Gerais, estão inseridos 36,8% dela.

A ictiofauna do rio São Francisco compreende cerca de 180 espécies de peixes de água doce. Deste total, 160 espécies são conhecidas, 158 já foram registradas e 18 delas encontram-se em extinção no estado mineiro. Cerca de 13% das espécies da bacia têm valor comercial para consumo humano, sendo que 80% dessas não conseguem se reproduzir em cativeiro nas condições normais, o que exige a indução artificial à desova.

O desmatamento, além de contribuir para as secas das nascentes e de seus afluentes, provoca a queda de barrancas, gerando acúmulo de terra no leito do rio, criando assim, ilhas de areia e dificultando a navegação. As barragens hidrelétricas produzem também forte impacto para toda a bacia.

Fonte: Portal PBH



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